sexta-feira, 22 de março de 2013

50 tons mais obcuros

Agora a intenção de Christian está clara, quando nos dirigimos através do
quarto e vamos para um terraço exterior de pedra, através das portas francesas.
Abaixo de nós há meio campo de futebol de gramado bem cuidado, mas, além
disso, a visão é... Uau.
A vista panorâmica constante é de tirar o fôlego, impressionante mesmo: o
crepúsculo sobre o som. Oh meu Deus.
No horizonte se encontra a ilha de Bainbridge, bem visível nesta noite
cristalina, o sol afunda lentamente no horizonte, resplandecente e brilhante, além
do Parque Olympic National. Os tons vermelhos sangram no céu, os de opalas,
águas-marinhas e azul celeste, fundindo com os roxos mais escuros das nuvens
escassas e delgadas, além do som. É da natureza no seu melhor, uma sinfonia
visual orquestrada, onde o céu se reflete nas águas profundas do som. Estou
perdida com a vista, olhando e tentando absorver tanta beleza.
Eu percebo que estou segurando minha respiração com reverência, e
Christian ainda está segurando a minha mão. Quando eu relutantemente desvio
os olhos da paisagem, ele está olhando ansiosamente para mim.
— Você me trouxe aqui para admirar a vista? — Eu sussurro. Ele balança a
cabeça, sua expressão séria.
— É impressionante, Christian. Obrigada. — Eu murmuro, olhando para
ele, mais uma vez. Ele solta a minha mão.
— Você gostaria de olhar para ela pelo o resto da sua vida? — Ele respira.
#50 tons mais obscuros

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